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10º Encontro Nacional de Sustentabilidade: Transição Justa e Mudanças Climáticas
Nos dias 6 e 7 de novembro de 2025, em Manaus, a Justiça do Trabalho promoveu o 10º Encontro Nacional de Sustentabilidade, abordando o tema "Transição Justa e Mudanças Climáticas". Este evento, organizado pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST) e pelo Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT), reuniu magistrados e servidores de todos os Tribunais Regionais do Trabalho (TRTs), além de pesquisadores e especialistas na área.
Importância da Amazônia na Discussão de Sustentabilidade
Durante a abertura do evento, o presidente do TRT da 11ª Região, desembargador Jorge Alvaro Marques Guedes, enfatizou a relevância da Amazônia como um ponto central nas discussões sobre sustentabilidade. Ele ressaltou que é vital ouvir as comunidades locais e compreender seus desafios. Para ele, a sustentabilidade deve ser construída por meio do diálogo e da interação com o ambiente e as populações que nele habitam.
Compromisso com a Justiça Social
O juiz auxiliar da presidência do TST, Otávio Bruno Ferreira, também presente, falou sobre o compromisso da Justiça do Trabalho com a Agenda 2030 e a proteção dos direitos humanos e trabalhistas diante das mudanças ambientais. Ele enfatizou que a discussão sobre sustentabilidade abrange não apenas questões ecológicas, mas também sociais, destacando a importância de garantir um equilíbrio entre economia e justiça para os trabalhadores, especialmente na Amazônia.
Ferreira discutiu a transição justa, ressaltando a necessidade de analisar como as mudanças climáticas impactam a população, especialmente as mais vulneráveis. Ele reforçou que a Justiça do Trabalho busca desenvolver estratégias para assegurar que todos tenham acesso a direitos e recursos.
Desafios das Mudanças Climáticas no Mundo do Trabalho
Na conferência de abertura, o conselheiro do CNJ, juiz do Trabalho Guilherme Feliciano, abordou os impactos das mudanças climáticas no emprego e no papel do Judiciário na promoção de políticas públicas sustentáveis. Ele destacou a urgência da crise climática e a responsabilidade do sistema de Justiça em buscar soluções efetivas.
Feliciano afirmou que o conceito de transição justa deve ser adaptado às realidades locais, levando em conta as necessidades específicas de cada comunidade. Ele também mencionou a importância dos tribunais na agenda climática, citando a Resolução CNJ 594/2024, que institui um programa de descarbonização para o Poder Judiciário. Embora reconhecesse os desafios enfrentados, reafirmou o compromisso de ação institucional.
Promovendo a Sustentabilidade
O evento foi uma oportunidade valiosa para discutir não apenas os desafios impostos pelas mudanças climáticas, mas também para explorar como a Justiça pode atuar de forma proativa na busca por um futuro mais sustentável. A transmissão completa do encontro está disponível no canal do TRT-11 no YouTube, permitindo que mais pessoas se engajem nesta importante discussão.
Neste encontro, a mensagem clara foi uma: a justiça e a sustentabilidade caminham lado a lado, exigindo um compromisso coletivo em prol de um futuro mais justo e sustentável.

